A região sul do Estado possui algumas instituições voltadas à assistência social. Uma dessas entidades, especificamente situada em Criciúma, presta-se ao atendimento a crianças e jovens em situação de risco social.
Para reunir uma boa verba à instituição, um café colonial será realizado no dia 4 de agosto, as 16 horas, na Sociedade Recreativa Mampituba.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
sábado, 5 de novembro de 2011
ONG Casa do Guido realiza almoço e prol da instituição, colabore!
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| Divulgação |
A entidade realiza um trabalho sério com as crianças e familiares e a vice-presidente Rosane e mais representantes da Casa do Guido já estiveram falando a respeito da origem e todas as atividades no programa Eldorado Total da Rádio Eldorado de Criciúma.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Grafite: expressão artística das ruas
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| Foto: http://bdfgrafit.blogspot.com/ |
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| Fotos: Vanessa Irizaga |
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| Foto: http://blogdac30villalobos.blogspot.com/ |
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| Foto: http://www.clickfozdoiguacu.com.br/ Grupos que realizam a arte são pacíficos e pintam com a autorização do poder público. A pintura ganhou força na década de 70, mas atualmente os artistas convivem com o preconceito por causa das pessoas que picham locais nas cidades. Por Vanessa irizaga |
A arte do grafite pode ser observada em cidades como Porto Alegre, no paredão próximo à Praça do Gasômetro, e em Criciúma, no bar Espaço Magenta. A pintura é uma forma atual de expressão dos centros urbanos, realizada por fãs de hip hop e skatistas.
A arte das ruas é confundida com vandalismo
O grafite tomou força na década de 70, na cidade de Nova York, Estados Unidos, onde começou a ser difundida. No entanto, há registros de técnica semelhante no Império Romano.
Atualmente, o grafite sofre preconceito por parte da comunidade devido a pichações realizadas principalmente por jovens. Segundo a educadora da área de artes, Juliana Natal, o grafite tem diferenças importantes em relação às pichações.
“A arte quer passar uma mensagem e não agredir a população. Os grupos são pacíficos, o que não acontece na pichação, onde há uma disputa em relação a quem vai pichar o prédio mais alto, não estão preocupados com o desenho, com a cor e com a busca pelo belo”, explica.
A docente ressalta ainda que as pinturas têm foco na arte, enquanto a pichação é poluição visual. “A população confunde e tem preconceito. O caminho é conseguir que a técnica apareça na mídia”, frisa.
Técnica não tem espaço de destaque na cidade
Os artistas só pintam com a autorização do poder público. Para Juliana, a prática ainda está engatinhando em Criciúma e aponta São Paulo como o grande centro desta arte urbana.
A professora realizou um projeto com alunos da Satc que consistia na pintura de bancos, inspirada no grafite. “Não fizemos os bancos com spray, mas fizemos uma leitura do que seria o grafite, expressando as necessidades do educando”, conta.
Reportagem publicada originalmente no Portal Satc.
Reportagem publicada originalmente no Portal Satc.
sábado, 13 de novembro de 2010
Plágio e comércio de trabalhos colocam conduta de universitários sob avaliação da Justiça
Caso envolvendo estudantes da região e rapaz que realiza monografias acadêmicas mediante pagamento está sendo julgado pela 2ª Vara Criminal de Criciúma.
Por Vanessa Irizaga
A ética é um princípio repassado desde a escola primária por muitos professores e o ensino deste valor também é transmitido em faculdades. O exercício da profissão requer uma conduta séria e comprometida com o papel que o trabalhador vai desempenhar diariamente na sociedade.
Um caso recente que contraria a posição ética de muitos profissionais é o de um rapaz formado em dois cursos acadêmicos que foi acusado de vender monografias a universitários, em Criciúma.
Os estudantes que pagaram para a realização dos trabalhos podem responder por falsidade material. O crime atribui à pena de 1 a 5 anos, se for um documento público copiado, e de 1 a 3, se o alvo da cópia for uma obra particular. No entanto, os alunos das faculdades não têm nenhum histórico policial e, se comprovada a culpa, vão receber o benefício da situação condicional, que diminui a pena.
Se for condenado, o acadêmico pode cumprir a pena de 1 a 3 anos por falsidade ideológica, e segundo o escrivão da 2ª Vara Criminal do Fórum, Lucas Savi, a punição pode até se estender. “Por já estar correndo processos contra ele, o rapaz não tem direito à situação condicional, porque não preenche os requisitos”, explica Savi.
Ética acima de tudo
Para o secretário-geral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ricardo Reitz Bunn, além do fato da comercialização de trabalhos e o plágio serem ilegais, há a questão de princípios envolvidos.
"Plágio é a utilização de uma obra em um documento que não é feito pela pessoa. É uma violação de direitos autorais. Não é algo ético e nem de bom senso de se fazer", ressalta.
A coordenadora e professora do curso de Jornalismo da Faculdade Satc, Lize Búrigo, ressalta que houve casos de reprovação de universitários que cometeram plágio de trechos de páginas da internet ou livros. "A banca de professores é essencial porque faz com que o aluno apresente o trabalho e mostre o que entende sobre o assunto", explica.
Segundo Lize, os professores conseguem perceber o estilo de escrever dos alunos e contestam quando os acadêmicos mostram uma redação ou projeto que não tem características dos estudantes.
"Os alunos aprendem a melhor técnica, ampliam conhecimento, mas não há como chegar na faculdade e somente aqui aprender a ter ética. Nós tentamos mostrar o que é certo", ressalta a coordenadora.
Um caso recente que contraria a posição ética de muitos profissionais é o de um rapaz formado em dois cursos acadêmicos que foi acusado de vender monografias a universitários, em Criciúma.
Os estudantes que pagaram para a realização dos trabalhos podem responder por falsidade material. O crime atribui à pena de 1 a 5 anos, se for um documento público copiado, e de 1 a 3, se o alvo da cópia for uma obra particular. No entanto, os alunos das faculdades não têm nenhum histórico policial e, se comprovada a culpa, vão receber o benefício da situação condicional, que diminui a pena.
Se for condenado, o acadêmico pode cumprir a pena de 1 a 3 anos por falsidade ideológica, e segundo o escrivão da 2ª Vara Criminal do Fórum, Lucas Savi, a punição pode até se estender. “Por já estar correndo processos contra ele, o rapaz não tem direito à situação condicional, porque não preenche os requisitos”, explica Savi.
Ética acima de tudo
Para o secretário-geral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ricardo Reitz Bunn, além do fato da comercialização de trabalhos e o plágio serem ilegais, há a questão de princípios envolvidos.
"Plágio é a utilização de uma obra em um documento que não é feito pela pessoa. É uma violação de direitos autorais. Não é algo ético e nem de bom senso de se fazer", ressalta.
A coordenadora e professora do curso de Jornalismo da Faculdade Satc, Lize Búrigo, ressalta que houve casos de reprovação de universitários que cometeram plágio de trechos de páginas da internet ou livros. "A banca de professores é essencial porque faz com que o aluno apresente o trabalho e mostre o que entende sobre o assunto", explica.
Segundo Lize, os professores conseguem perceber o estilo de escrever dos alunos e contestam quando os acadêmicos mostram uma redação ou projeto que não tem características dos estudantes.
"Os alunos aprendem a melhor técnica, ampliam conhecimento, mas não há como chegar na faculdade e somente aqui aprender a ter ética. Nós tentamos mostrar o que é certo", ressalta a coordenadora.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Grupo de ajuda dá assistência a pessoas que desejam parar de fumar
Psicólogos de unidades de saúde de Criciúma realizam sessões para dependentes do cigarro largarem o vício e melhorar o relacionamento no trabalho e com a família.
Por Vanessa Irizaga
A dependência do cigarro afeta não só o fumante, mas sim os familiares da pessoa e o vício estende-se para o ambiente de trabalho. Criciúma tem 40 mil fumantes e, para tentar ajudar a população dependente da nicotina, uma equipe de 30 profissionais atua em unidades de saúde e no Caps realizando o acompanhamento às pessoas que desejam parar de fumar.
A iniciativa é o Programa Municipal de Controle do Tabagismo, realizado pela Secretaria de Saúde. A população inscrita participa de uma sessão por semana, que tem a duração de uma hora e meia, e é realizada no turno da manhã ou à tarde, conforme a disponibilidade do paciente. As turmas têm entre 15 e 20 alunos.
Em cada encontro, além da troca de experiências entre alunos e o psicólogo, há a abordagem de um tema, tais como a mudança de atitudes do fumante e as consequências para o paciente depois de parar de fumar. O tratamento inclui remédios repassados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), depois da pessoa ser submetida à avaliação médica.
O perfil de quem freqüenta as sessões é de pessoas que fumam duas a quatro carteiras de cigarros por dia há 30 anos, um público misto - tanto homens quanto mulheres - que procuram ajuda muitas vezes quando já sentem as conseqüências do efeito do cigarro no corpo.
“Apesar da diminuição do número de fumantes no país, a OMS aponta o aumento de fumantes do sexo feminino devido a fatores como a dupla jornada de trabalho”, explica a coordenadora do Programa, Andréia Sharon Salomão Netto.
Segundo a psicóloga Miriam Daros Ducioni, a procura pelo programa é grande. “Muitas pessoas procuram ajuda porque se sentem discriminadas por serem fumantes. Um fator bem importante é a família, que insiste ou reclama para o indivíduo deixar de fumar. No local de trabalho muita gente sente vontade de fumar e não pode”, ressalta a profissional.
Para se inscrever no programa não é necessário ir pessoalmente até o local, porque o site do governo municipal (clique aqui) disponibiliza a inscrição via internet. O grupo de ajuda existe há dez anos.
A iniciativa é o Programa Municipal de Controle do Tabagismo, realizado pela Secretaria de Saúde. A população inscrita participa de uma sessão por semana, que tem a duração de uma hora e meia, e é realizada no turno da manhã ou à tarde, conforme a disponibilidade do paciente. As turmas têm entre 15 e 20 alunos.
Em cada encontro, além da troca de experiências entre alunos e o psicólogo, há a abordagem de um tema, tais como a mudança de atitudes do fumante e as consequências para o paciente depois de parar de fumar. O tratamento inclui remédios repassados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), depois da pessoa ser submetida à avaliação médica.
O perfil de quem freqüenta as sessões é de pessoas que fumam duas a quatro carteiras de cigarros por dia há 30 anos, um público misto - tanto homens quanto mulheres - que procuram ajuda muitas vezes quando já sentem as conseqüências do efeito do cigarro no corpo.
“Apesar da diminuição do número de fumantes no país, a OMS aponta o aumento de fumantes do sexo feminino devido a fatores como a dupla jornada de trabalho”, explica a coordenadora do Programa, Andréia Sharon Salomão Netto.
Segundo a psicóloga Miriam Daros Ducioni, a procura pelo programa é grande. “Muitas pessoas procuram ajuda porque se sentem discriminadas por serem fumantes. Um fator bem importante é a família, que insiste ou reclama para o indivíduo deixar de fumar. No local de trabalho muita gente sente vontade de fumar e não pode”, ressalta a profissional.
Para se inscrever no programa não é necessário ir pessoalmente até o local, porque o site do governo municipal (clique aqui) disponibiliza a inscrição via internet. O grupo de ajuda existe há dez anos.
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