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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mais quatro anos de inclusão e estreitamento de laços

A Associação Down Show de Araranguá comemorou no último domingo, dia 29, reunindo jovens, familiares e demais membros. O encontro serviu para comemorar os quatros de existência da instituição que luta pelos direitos e pela inclusão da população com Síndrome Down. 
Intregrantes em um evento da entidade. Foto: Arquivo Associação
 O cenário para a comemoração foi o Haras Araranguá, na Lagoa da Serra. Uma festa com direito a bolo e salgadinhos animou os presentes. Ao todo, hoje a entidade atuante em Araranguá  têm 50 participantes, entre parentes, profissionais e colaboradores.

Informações do presidente Carlos Roberto Silva dos Santos.






domingo, 22 de julho de 2012

Ação em nome da arte e da comunidade movimenta Araranguá

O interesse pelo próximo ainda persiste, mesmo em um mundo tão individualizado e permeado por ações egoístas e alheias às necessidades das outras pessoas. Indo ao encontro do bem coletivo, há instituições que realizam trabalhos de inclusão social, inserindo a população em atividades produtivas e significativas para suas vidas.

Fotos: Vanessa Irizaga.
Cartaz: Casa da Fraternidade





 
A Casa da Fraternidade é uma das entidades atuantes em Araranguá e que, mesmo passando por dificuldades para se manter, desenvolve um trabalho com jovens e famílias. No próximo sábado, dia 28, durante o dia inteiro ocorrerá a Ação Social Dia da Esperança.

O evento contará com atividades para toda a comunidade como realização do CPF, corte de cabelo, prestação de serviço jurídico, além de apresentações artísticas, a marca registrada da entidade.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um Arraial Julino bem diferente!

A Associação do bairro Mato Alto é conhecida por realizar festas populares em datas alusivas ao Dia das Crianças e ao Natal, por exemplo. Reunindo doações de voluntários e da própria população, os moradores levam um pouco de alegria à parcela da comunidade mais carente.

Dessa vez, haverá o I Arraial Gospel na sede da Associação, programado para ocorrer no sábado, dia 14, com entrada gratuita. O som da festa fica por conta do grupo Louvaneira

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Reportagens sobre o Natal de Araranguá em breve no blog

Confira algumas reportagens a partir de sexta-feira, dia 16, sobre as festividades de Natal de Araranguá. Fotos e informações sobre o que acontece aqui já estarão disponíveis no final dessa semana. Até mais!

Fotos: Nessa Irizaga

Banda e grupo de capoeira agitarão a comunidade amanhã em Araranguá!

Amanhã é dia de muita música no centro da Cidade das Avenidas. Os meninos e meninas da Casa da Fraternidade, entidade que realiza atividades de inclusão social com crianças e jovens de baixa renda, estarão às 20 horas na praça Hercílio Luz de Araranguá.

O grupo de capoeira Grilhões da Liberdade e a Banda Musical Pequenos Talentos se apresentarão na noite de quinta-feira, dia 15. A Casa ainda fará o lançamento do CD "As Coisas Boas do Mundo" do grupo vocal Vozes do Amanhã.

*Informações da coordenação da Casa da Fraternidade.
Foto: Projeto Luzes do Amanhã

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Falta lazer gratuito para grande parte da população de Araranguá

A maioria das localidades de Araranguá não apresenta espaços para a prática de exercícios físicos, esportes e brincadeiras. Não há lugares ou opções de lazer gratuito para grande parte da comunidade. As praças públicas mais conhecidas são a Hercílio Luz, no Centro, e Cezário Cibien, na Cidade Alta.


Os locais, no entanto, necessitam de revitalização, manutenção dos brinquedos e colocação de mais bancos. Para a dona de casa Maria da Salete, que mora no bairro Lagoão, as oportunidades de lazer são restritas.
“Não existe lazer no bairro onde moro, nada, a não ser festas de igreja, alguma promoção, porque de outras formas não tem”, explica. A dona de casa Adriana Gomes vai para Criciúma para proporcionar diversão para as filhas.



Praça Hercílio Luz apresenta poucas opções à comunidade.
“Deveria haver mais lazer para as crianças e para a gente mesmo. Às vezes, eu trago as meninas para a Cidade Alta, mas o problema é que tem muito usuário de drogas ali, então eu levo para Criciúma. Acho que não sou só eu, porque muita gente vê que não há lazer e viaja para outras cidades”, salienta.
O aposentado E.N, que não quis se identificar, conta que traz os netos quando pode para a praça do Centro, mas considera que há falta de cuidados com o ambiente.

“Os locais, além de serem poucos, são de péssima qualidade. Não passam óleo nos brinquedos, os balanços estão tortos”, enfatiza.

Segurança, eis a questão
Além da raridade de espaços para as crianças, os mais velhos não tem um lugar adequado para fazer uma caminhada. Um assunto que preocupa mais moradores do que o lazer é a segurança. O aposentado Arino Borges só vai ao Centro para fazer compras, por exemplo, porque teme o furto do carro.

“Até tem lugar para se divertir, mas a gente não pode mais sair de casa. Ness verão eu fui duas vezes para a praia só. Se fico na cidade, os ladrões assaltam na casa da praia; se vou para lá, eles assaltam aqui”, conta.

À espera de uma grande obra
Uma importante obra é a construção de um centro cívico entre as proximidades do bairro Cidade Alta, Mato Alto, Lagoão e Divinéia. A verba de R$ 800 mil para a construção da praça e sistema viário foi solicitada ao Governo Federal. Se aprovada, a previsão é que o projeto saia ainda no mandato do atual prefeito, ou seja, em dois anos.Alguns detalhes ainda estão sendo acertados.

“Pretendemos fazer ali uma grande praça, transferir a sede da prefeitura e de órgãos públicos para o local; fazer um estádio, uma arena multiuso para eventos, um pequeno terminal para a demanda de transporte, ciclovia e prolongamentos da rua Capitão Pedro Fernandes e estradas que compõe essa área. Será uma forma de atender melhor a comunidade”, ressalta o secretário do planejamento, Leonardo Tiscoski.
Reportagem publicada no Portal Satc.

sábado, 17 de setembro de 2011

Mais Humanidade aos Profissionais!

A despeito do que os críticos dizem sobre a saga Harry Potter, que a autora faz uma abordagem muito superficial sobre temas importantes como o preconceito social, racismo, e que não passa de uma ficção voltada para adolescentes- o que eu discordo - tenho que salientar uma das frases ditas por um personagem da qual gosto muito:
- " Se você quiser conhecer como um homem é de verdade, observe como ele trata seus inferiores e não os seus iguais".

Bem, o que falta a algumas pessoas e, especificamente a certos profissionais, é justamente isso, a humildade e mais, a humanidade. O status parece afetar mais e mais cidadãos, principamente aqueles que detêm algum poder, seja ele econômico, político ou social. O resultado é o tratamento nada sensível às demais pessoas, não menos importantes, mas nesse jogo de EGOS em que todos querem provar que são bons, que são os mais rápidos, os mais eficientes, os mais bonitos, os mais espertos, os poderosos, por vezes, conseguem fazer com que pensemos que realmente são superiores.

É aquela colega de escola que acha que está sempre certa, o vizinho que conta vantagem, a telefonista que subestima a inteligencia da população....só para citar alguns casos. Outro ponto, é que profissionais que estariam a serviço da comunidade criam um tipo de barreira, pedestal entre ele e o povo, ditando suas regras porque sabe que o povo depende dele, como um xerife em um faroeste. 

Quando os futuros profissionais estiverem fazendo seu juramento ético diante dos reitores e da comunidade acadêmica, que realmente tenham ciência do papel que exercerão ou que já executam e não usem o trabalho como forma de beneficiamento próprio, deixando para segundo plano suas responsabilidades com a população. E desejo sinceramente, MAIS HUMANIDADE AOS PROFISSIONAIS!

Ruas ou buracos? Eis a questão até hoje não resolvida do bairro Lagoão

Você nem bem entrou no bairro e já se depara com este grande problema que realmente não passa despercebido: a quantidade numerosa de buracos e deformidades nas estradas sem calçamento da localidade de Lagoão, em Araranguá.


A buraqueira torna-se ainda mais expressiva se você anda de carro, dificultando o trajeto em ruas como Padre Ézio, Rodovia Carlos Cardoso ou Nossa Senhora Mãe dos Homens. Quando chove, o agravante é a lama que se forma ao longo das ruas e as poças. Já que as estradas são de qualidade questionável e algumas ruas, estreitas, não é muito difícil também os pedestres receberem um belo banho ao tentarem desviar das poças e dos carros, ao mesmo tempo.


De acordo com a prefeitura de Araranguá, a pavimentação das estradas só pode ser realizada se os moradores darem uma quantia para efetuação da obra. Só que esse detalhe, não é amplamente divulgado à comunidade, que sofre constantemente com o péssimo estado das ruas.


Em geral, no que se refere a ações, as ruas recebem a colocação de brita para nivelar as vias e tentar minimizar os efeitos da chuva, mas é algo paliativo em frente aos transtornos causados. As condições das estradas dificultam o acesso ao bairro, pois os motoristas encaram com certa ressalva irem ao Lagoão devido aos buracos que certamente os aguardam.  
E as estradas na mesma...e já faz tempo.






quarta-feira, 6 de julho de 2011

Festa Julina de Araranguá ocorrerá na sexta, se o tempo colaborar!

O calçadão é o principal palco da festa. Foto: Fernando Duan

A festa julina de Araranguá foi transferida pela segunda vez e tem nova data. O evento que foi cancelado pelo mau tempo e rigoroso frio ocorrerá, se o clima ajudar, nessa sexta-feira, dia 8 de julho, no Calçadão de Araranguá.


Além das barraquinhas que vendem os quitutes típicos do Arraial, apresentações e concurso das melhores estandes serão realizados. Não perca essa festa se, claro, o frio colaborar!


Mais informações no site SulNotícias.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Comunidade terá rodovia pavimentada depois de longa espera



Fotos: Vanessa Irizaga

 

Trecho de estrada em Araranguá receberá calçamento ainda este ano. Se a prefeitura não cumprir com o prometido, a Associação de Moradores do bairro fará ações como fechamento da rua.


Por Vanessa Irizaga

A espera de mais de dez anos pela pavimentação da rodovia municipal Carlos Cardoso pode chegar ao fim, minimizando problemas tanto sociais quanto econômicos da comunidade do bairro Lagoão, em Araranguá.

A estrada mede quase sete quilômetros e dá acesso a bairros com Mato Alto e Divinéia. A via receberá pavimentação em um quilômetro da extensão. Os moradores vão decidir qual será a parte calçada em uma futura reunião na Associação de Moradores do Lagoão (AMA).

Segundo o membro da Associação e diretor do Departamento de Cultura de Araranguá, Jair Anastácio, a melhoria na via foi garantida pelo vice-prefeito da cidade, Sandro Maciel, e a medida irá valorizar o bairro todo.

“O principal benefício é a qualidade de vida para os habitantes. Em relação à economia, as duas extremidades da estrada dão acesso ao bairro e várias empresas dependem da estrada para transportar os produtos. A pavimentação também é uma questão de saúde, porque há moradores que acabam desenvolvendo doenças”, destaca.

Barro e muita poeira
A dona de casa Juliana Orácio conta que com a chuva forte não é possível sair de casa de tanto barro que se acumulara na estrada.

“Hoje o chão está firme, mas no ano passado, você pisava e afundava o pé. Na noite em que choveu muito, uns 15 carros atolaram e meu marido teve que ajudar”, lembra. Juliana reclama da poeira que acaba indo direto para a casa onde mora.

Moradores vão esperar até a metade do ano, depois vão tomar providências
Jair ressalta que até o meio deste ano a associação vai esperar o início dos trabalhos. Se nada ocorrer, os moradores vão agir.

“Estamos no aguardo para ver se, de fato, a prefeitura vai cumprir com a promessa. Se a obra não for feita, tomaremos providências, como fechamento da rua e levar a população para o meio da estrada para chamar a atenção dos órgãos competentes”, frisa.
Reportagem publicada no Portal Satc. 

Entretenimento e saber ao alcance da comunidade


Fotos: Vanessa Irizaga

 Biblioteca Municipal de Araranguá cria alternativa para possibilitar leitura à população e, ao mesmo tempo, não superlotar as prateleiras com livros já existentes no acervo.


Por Vanessa Irizaga

As pessoas que já têm o hábito de ler ou desejam iniciar este hobby podem passar na Biblioteca Municipal Luiz Delfino e pegar para si exemplares disponíveis na seção “Pegue e Leve”.

Há livros didáticos, de ficção, auto-ajuda e revistas. Não está estipulada uma quantia de obras que cada pessoa pode levar. Muitos pais trazem para casa publicações para ajudar os filhos com o dever.
Segundo a bibliotecária Fabiana Daniel, cerca de dez pessoas por dia pegam livros.

“Muita gente faz doação e nós não temos espaço, então ficamos somente com o que é realmente importante. A intenção é fazer o livro circular e não ficar retido em uma casa, em uma biblioteca, porque como já temos exemplares iguais, ninguém pegaria empréstimo de obras repetidas”, explica.

A biblioteca também faz troca-troca de livros nos Sábados Mais e coloca uma banca no evento.
Reportagem publicada no Portal Satc.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Grafite: expressão artística das ruas


Foto: http://bdfgrafit.blogspot.com/




Fotos: Vanessa Irizaga

 
Foto: http://blogdac30villalobos.blogspot.com/

Foto: http://www.clickfozdoiguacu.com.br/


Grupos que realizam a arte são pacíficos e pintam com a autorização do poder público. A pintura ganhou força na década de 70, mas atualmente os artistas convivem com o preconceito por causa das pessoas que picham locais nas cidades.


Por Vanessa irizaga

A arte do grafite pode ser observada em cidades como Porto Alegre, no paredão próximo à Praça do Gasômetro, e em Criciúma, no bar Espaço Magenta. A pintura é uma forma atual de expressão dos centros urbanos, realizada por fãs de hip hop e skatistas.

A arte das ruas é confundida com vandalismo
O grafite tomou força na década de 70, na cidade de Nova York, Estados Unidos, onde começou a ser difundida. No entanto, há registros de técnica semelhante no Império Romano.

Atualmente, o grafite sofre preconceito por parte da comunidade devido a pichações realizadas principalmente por jovens. Segundo a educadora da área de artes, Juliana Natal, o grafite tem diferenças importantes em relação às pichações.

“A arte quer passar uma mensagem e não agredir a população. Os grupos são pacíficos, o que não acontece na pichação, onde há uma disputa em relação a quem vai pichar o prédio mais alto, não estão preocupados com o desenho, com a cor e com a busca pelo belo”, explica.

A docente ressalta ainda que as pinturas têm foco na arte, enquanto a pichação é poluição visual. “A população confunde e tem preconceito. O caminho é conseguir que a técnica apareça na mídia”, frisa.

Técnica não tem espaço de destaque na cidade
Os artistas só pintam com a autorização do poder público. Para Juliana, a prática ainda está engatinhando em Criciúma e aponta São Paulo como o grande centro desta arte urbana.

A professora realizou um projeto com alunos da Satc que consistia na pintura de bancos, inspirada no grafite. “Não fizemos os bancos com spray, mas fizemos uma leitura do que seria o grafite, expressando as necessidades do educando”, conta.

Reportagem publicada originalmente no Portal Satc.

sábado, 16 de abril de 2011

Trecho inacabado da Avenida 15 de Novembro será concluído neste ano

Parte da estrada deverá ser pavimentada ainda em 2011, desafogando o tráfego de veículos da Avenida Sete de Setembro e melhorando o desenvolvimento da cidade.



Fotos: Vanessa Irizaga
Parte da estrada deverá ser pavimentada ainda em 2011, desafogando o tráfego de veículos da Avenida Sete de Setembro e melhorando o desenvolvimento da cidade.

Por Vanessa Irizaga

O trecho da 15 de Novembro localizado entre os bairros Aeroporto e Lagoão, será pavimentado ainda este ano. A ação trará benefícios tanto para os moradores, que sofrem com o estado da estrada, quanto aos demais habitantes da cidade, que terão uma via de acesso fácil à localidade.

A estrada deve receber sinalização e uma ciclovia. A obra deve custar R$10 milhões, mas ainda não passou por processo licitatório.

Para a moradora Antônia Figueiredo, o calçamento na estrada vai beneficiar a região que há tempo sofre com problemas nas ruas esburacadas do bairro.

“Quando chove, os carros não respeitam e acabam sujando e ainda tem risco de um veículo ir para cima da gente”, relata.

O carteiro Hélio Rocha aponta a ausência de sinalização na estrada como mais um dos problemas.
“O trecho é muito esburacado e à noite é perigoso porque não tem iluminação. Para os moradores vai valorizar o lugar e para o restante da cidade será uma via de acesso rápido, porque terá asfalto”, explica.

Trânsito da Sete desafogado
O tráfego de veículos da Avenida Sete de Setembro será desafogado com a pavimentação na 15 de novembro. Devido ao costume, e por ser calçada, a estrada é o principal acesso que os motoristas possuem para chegar aos bairros. Cerca de cinco mil carros trafegam por dia na via.

Além do trecho descrito, há um projeto que idealiza a pavimentação da via da rua Dorvalina Broca, Lagoão/Mato Alto, até o bairro Polícia Rodoviária. No total, os custos da obra chegam a R$ 25 milhões.
Segundo o secretário municipal de administração, Daniel Viriato Afonso, a obra integrará a comunidade.

“Ainda é apenas um projeto, mas o foco é ampliar o acesso da população da localidade ao centro do município”, explica.

Matéria publicada no Portal Satc http://migre.me/4gjTo.

terça-feira, 22 de março de 2011

Cobertura das paradas de ônibus sem previsão para serem realizadas


Foto: Muitas paradas não têm abrigos muito menos sinalização

População sente-se prejudicada com a falta da proteção principalmente em épocas como a atual em que a chuva e o calor excessivo tornam-se freqüentes.


Por Vanessa Irizaga

A falta de abrigos em paradas de ônibus traz dificuldade às pessoas que utilizam o transporte público em Araranguá. Os passageiros ficam expostos à chuva e sol enquanto esperam a condução.

A colocação de 30 coberturas em 11 bairros depende de licitação, que ainda não têm prazo para ser aberta. De acordo com o setor de engenharia da prefeitura, a estimativa é que a estrutura metálica com chapa de policarbonato custe aproximadamente R$5 mil.

“A obra deve ser custeada pelo Estado e município e vão ser feitos 30 abrigos para as paradas”, afirma o diretor do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), Geraldo Mendes.

População à espera de melhorias
As coberturas seriam instaladas nos bairros Centro, Cidade Alta, Divinéia, Taquarussu, Coloninha, Urussanguinha, Jardim das Avenidas, Jardim Cibele, Operária, Morro dos Conventos e Lagoão.

Enquanto a obra não é posta em prática, o mecânico de bicicleta Orli Ferreira conta que as pessoas ficam expostas ao tempo. “Não tem placa de sinalização, não tem abrigo. Ficam, às vezes, cinco, seis pessoas idosas esperando ônibus na chuva e no sol”, conta.

A dona de casa Aparecida Justino é moradora do bairro Lagoão há dez anos e, além da queixa sobre a falta de abrigos, há a ausência de ações para a localidade.

“O Lagoão é desprezado; falta tudo: não tem uma farmácia, e ônibus no sábado e domingo não tem! Gosto dessa cidadezinha; ainda dá para viver em Araranguá, porque não há bandidagem”, desabafa.

De acordo com dados do site da empresa Viação Cidade, há três horários de no sábado, às 8h30min, às 10h30min e a partir das 12 h30min, mas no domingo não há ônibus.

O estudante Natã Gomes Ramos explica as dificuldades de um passageiro de ônibus. “Só tem uma parada de ônibus com cobertura no bairro. Nos dias de chuva você tem que levar guarda-chuva ou ficar embaixo de um mercadinho porque não tem a proteção”, ressalta. Matéria publicada no Portal Satc.

domingo, 20 de março de 2011

Vicentinos: o ideal da caridade praticado diariamente

Cartas ao Papai Noel são adotadas, muitas vezes, pelos Vicentinos
 
Fotos: Vanessa Irizaga


 

Congregação em Araranguá realiza ações que beneficiam famílias de baixo poder aquisitivo, levando mantimentos e oportunidades para população.


Por Vanessa Irizaga


A Ordem dos Vicentinos no município é formada por cerca de dez pessoas que realizam ações como doação de roupas e alimentos, sopão e distribuição de brinquedos em prol da comunidade carente.

Segundo o membro da irmandade Vaner Luiz Batista, conhecido como seu Vaninho, o objetivo da ordem, presente na cidade desde 1980, é fazer caridade 24 horas por dia.

“O trabalho não visa a religião e não importa qual a fé que a pessoa segue. Ninguém ganha em cima da caridade e não visa interesses próprios: o dinheiro recebido para doações vai direto para os pobres”, ressalta.

Trabalho realizado por meio de doações
Seu Vaninho conta que não tem vergonha de pedir no comércio mantimentos para doar a pessoas. Na Pároquia da Sagrada Família, um grupo de senhoras prepara quatro caldeirões de sopa, mas precisam de alimentos como galinha e verduras.

A Ordem já arrecadou dinheiro e comprou mais de 200 edredons para a população carente. Na Igreja Apostolado da Oração, os fieis doam um quilo de alimento não-perecível na 1º sexta-feira de cada mês.

Quando sobram mantimentos, os objetos são levados a locais como o albergue. E na falta de doações ou verba, Vaner compra com o próprio dinheiro alimentos ou vestuário. “Meu objetivo é não deixar a caridade morrer”, explica.

Para receber a cesta básica, a pessoa precisa comprovar que possui baixa renda e recebe uma visita ao domicílio. Quando aparece uma oportunidade de emprego para aquele cidadão, Batista avisa. Cerca de cinco famílias fixas são ajudadas por mês. Matéria publicada no Portal Satc.

Mãos que dão o brilho ao carnaval

 
Fotos: Vanessa Irizaga


Costureira faz as vestimentas da Escola Navegantes há dois anos e traz o amor e dedicação do Carnaval do Rio Grande do Sul.

Por Vanessa Irizaga

O desfile de uma escola de samba só é possível pelo trabalho de equipe e uma preparação antecipada. Cada função é importante para que a chegada na avenida seja bonita e encha os olhos do público.

A costureira carnavalesca Teresinha Ribeiro da Silva, sabe bem como é trabalhar para a folia. Há dois anos, Preta, como também é conhecida na comunidade, costura as fantasias de Carnaval para a Navegantes e tem adoração pela festa.

“Comecei a trabalhar no meio do ano passado e eu fico costurando até o último minuto para o pessoal sair na avenida. Agora, eu mesma não tenho coragem de sair, não!”, conta.

O amor pelo carnaval começou no Rio Grande do Sul, quando Teresinha participava da Escola Unidos do Capão. “Eu acho que é um orgulho, porque a gente vê alguém desfilando com a roupa que nós fizemos. Costuro para homem e mulher. Para a escola, eu trabalho com o coração”, destaca.

A senhora, além de costurar, também é cozinheira. Matéria publicada no Portal Satc.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Luta e correria para colocar escola na Avenida

A Escola Navegantes quase não desfilou esse ano por falta de recursos. A comunidade incentivou e ajudou para que o carnaval dos integrantes fosse possível no Balneário Arroio do Silva.


Fotos: Vanessa Irizaga



Por Vanessa Irizaga


Correria até o último instante. A Escola de samba Navegantes levou alegria à multidão que assiste o desfile dos 400 integrantes todos os anos.

A preparação para o grande dia começa dois meses antes e a comunidade da Zona Nova Sul, no Arroio do Silva, entra no clima de carnaval. Segundo a matriarca da família Passos, e uma das coordenadoras da Navegantes, Santina Silveira Passos, a manhã dos integrantes inicia no horário normal, mas as horas que antecedem o desfile são de correria para deixar tudo em ordem.

“É um dia normal, e aqui em casa, às 7h20min já estão todos acordados. É muito trabalho, mas no final dá tudo certo. Eu fico na coordenação, não desfilo, mas gosto de ver a escola passar’, conta.

A tradicional escola surgiu do desejo da existência uma escola de samba no município e foi fundada por Inácia Maria, Maria Célia dos Santos, Maria Onésia, Raul, José Antônio, Pedro Ivo e Santina Passos.

Recursos para desfilar
No entanto, a Escola que nasceu com o Carnarroio há 15 anos, enfrenta o problema para conseguir reunir recursos para a realização do carnaval. O presidente, Pedro Ivo Passos, tenta angariar fundos com a realização de bingos e parcerias para levantar o dinheiro necessário para custear o desfile.

A prefeitura ajuda com parte da verba e os comerciantes também, mas não quita o valor. “Para realizarmos um carnaval decente – custear as roupas, blocos - precisamos de R$17 mil”, expõe.

Segundo a matriarca da família Passos e uma das coordenadoras da Navegantes, Santina Silveira Passos, a população ficou decepcionada com a notícia da possibilidade da escola não participar do o desfile.
“Não é fácil custear, é muito caro! Não tem como deixar a Escola não passar na Avenida. É muito emocionante ver o pessoal desfilando!”, ressalta.

Construção da sede é um dos planos a serem alcançados
A Navegantes não possui sede nem galpão para ensaios ou armazenamento de fantasias. Um dos desejos dos membros é a construção de um local apropriado.

“A gente está tentando fazer uma sede para reuniões e bingos durante o inverno e para que as coisas não saiam tão atropeladas. Esperamos que deputados, vereadores e a prefeitura possam ajudar. A esperança é a última que morre; pode ser que a gente chegue lá”, explica dona Santina.

A Escola de Samba Navegantes desfilou no domingo (6), no Arroio do Silva.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Retrato da comunidade pelo olhar da juventude

Foto: Vanessa Irizaga

Adolescentes da Instituição Casa da Fraternidade farão filme para contar a história do bairro Lagoão, em Araranguá. A iniciativa é uma das ações do Ponto de Cultura que funciona no local.


Por Vanessa Irizaga


Os jovens a partir de 12 anos vão realizar um documentário sobre a localidade, com enfoque na história e no aspecto rural em 2012. A atividade é um projeto do Ponto de Cultura da Casa da Fraternidade. Um professor irá ministrar e orientar o projeto.

Os alunos vão ter aulas de edição, roteiro, entre outras noções para a realização da película. “Os jovens vão se preparar com oficinas de interpretação, roteiro, para no próximo ano, fazer o documentário”, conta a diretora da Casa, Cátia Hann.

Lixo Eletrônico de escolas municipais terá destino certo



Fotos: Vanessa Irizaga

 

Carcaças de computadores e outros objetos serão recolhidos pela administração e mandados para as capitais catarinense e gaúcha. Se houver sucesso, a iniciativa pode se estender para a população em geral.


Por Vanessa Irizaga


Monitores, teclados, chips e demais materiais eletrônicos que têm defeito ou estão estragados nas escolas municipais devem ser recolhidos pela prefeitura e enviados a Florianópolis ou Porto Alegre. A medida será realizada quando o ano letivo deste ano tiver início.

De acordo com a coordenadora de projeto da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte, Sílvia Ceron, há 12 escolas municipais e muitas instituições de ensino fundamental são beneficiadas pelo Programa nacional de Informática na Educação (ProInfo).

Os estabelecimentos ganham laboratório de informática ou apresentam computadores.

“O ProInfo não dá computadores ao ensino básico (anos iniciais), então as escolas infantis reaproveitam micros já usados pelos estabelecimentos de ensino. As escolas contempladas ganharam novos equipamentos e estão se desfazendo dos computadores estragados, sem reaproveitamento”, explica.

Quanto aos micros com defeito das escolas e órgãos estaduais, o material é recolhido e enviado a Florianópolis para ser leiloado.

Iniciativa
A prefeitura recolheu também computadores com falhas dos setores internos como secretarias para mandar para um local apropriado. O lixo eletrônico existente na administração vai encher um caminhão, conta o engenheiro agrônomo, Luiz Leme.

“Temos que cadastrar - cada material vem com um número de identificação - para fazer a relação dos equipamentos. Se der certo, tentaremos abrir a campanha para outras instituições. Uma sugestão de projeto seria orientar a comunidade para se dirigir a um espaço apropriado na prefeitura e trazerem o computador com defeito”, afirma o profissional.

Responsabilidade ambiental
Leme destaca a responsabilidade das empresas em dar um destino correto à mercadoria que produzem. “As indústrias têm que se preocupar com o local para onde vai o produto que fabricam. A Coca-Cola, por exemplo, está voltando a fabricar a garrafa de vidro retornável, mesmo comercializando a embalagem de plástico”, explica.