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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Comunidade terá rodovia pavimentada depois de longa espera



Fotos: Vanessa Irizaga

 

Trecho de estrada em Araranguá receberá calçamento ainda este ano. Se a prefeitura não cumprir com o prometido, a Associação de Moradores do bairro fará ações como fechamento da rua.


Por Vanessa Irizaga

A espera de mais de dez anos pela pavimentação da rodovia municipal Carlos Cardoso pode chegar ao fim, minimizando problemas tanto sociais quanto econômicos da comunidade do bairro Lagoão, em Araranguá.

A estrada mede quase sete quilômetros e dá acesso a bairros com Mato Alto e Divinéia. A via receberá pavimentação em um quilômetro da extensão. Os moradores vão decidir qual será a parte calçada em uma futura reunião na Associação de Moradores do Lagoão (AMA).

Segundo o membro da Associação e diretor do Departamento de Cultura de Araranguá, Jair Anastácio, a melhoria na via foi garantida pelo vice-prefeito da cidade, Sandro Maciel, e a medida irá valorizar o bairro todo.

“O principal benefício é a qualidade de vida para os habitantes. Em relação à economia, as duas extremidades da estrada dão acesso ao bairro e várias empresas dependem da estrada para transportar os produtos. A pavimentação também é uma questão de saúde, porque há moradores que acabam desenvolvendo doenças”, destaca.

Barro e muita poeira
A dona de casa Juliana Orácio conta que com a chuva forte não é possível sair de casa de tanto barro que se acumulara na estrada.

“Hoje o chão está firme, mas no ano passado, você pisava e afundava o pé. Na noite em que choveu muito, uns 15 carros atolaram e meu marido teve que ajudar”, lembra. Juliana reclama da poeira que acaba indo direto para a casa onde mora.

Moradores vão esperar até a metade do ano, depois vão tomar providências
Jair ressalta que até o meio deste ano a associação vai esperar o início dos trabalhos. Se nada ocorrer, os moradores vão agir.

“Estamos no aguardo para ver se, de fato, a prefeitura vai cumprir com a promessa. Se a obra não for feita, tomaremos providências, como fechamento da rua e levar a população para o meio da estrada para chamar a atenção dos órgãos competentes”, frisa.
Reportagem publicada no Portal Satc. 

sábado, 16 de abril de 2011

Trecho inacabado da Avenida 15 de Novembro será concluído neste ano

Parte da estrada deverá ser pavimentada ainda em 2011, desafogando o tráfego de veículos da Avenida Sete de Setembro e melhorando o desenvolvimento da cidade.



Fotos: Vanessa Irizaga
Parte da estrada deverá ser pavimentada ainda em 2011, desafogando o tráfego de veículos da Avenida Sete de Setembro e melhorando o desenvolvimento da cidade.

Por Vanessa Irizaga

O trecho da 15 de Novembro localizado entre os bairros Aeroporto e Lagoão, será pavimentado ainda este ano. A ação trará benefícios tanto para os moradores, que sofrem com o estado da estrada, quanto aos demais habitantes da cidade, que terão uma via de acesso fácil à localidade.

A estrada deve receber sinalização e uma ciclovia. A obra deve custar R$10 milhões, mas ainda não passou por processo licitatório.

Para a moradora Antônia Figueiredo, o calçamento na estrada vai beneficiar a região que há tempo sofre com problemas nas ruas esburacadas do bairro.

“Quando chove, os carros não respeitam e acabam sujando e ainda tem risco de um veículo ir para cima da gente”, relata.

O carteiro Hélio Rocha aponta a ausência de sinalização na estrada como mais um dos problemas.
“O trecho é muito esburacado e à noite é perigoso porque não tem iluminação. Para os moradores vai valorizar o lugar e para o restante da cidade será uma via de acesso rápido, porque terá asfalto”, explica.

Trânsito da Sete desafogado
O tráfego de veículos da Avenida Sete de Setembro será desafogado com a pavimentação na 15 de novembro. Devido ao costume, e por ser calçada, a estrada é o principal acesso que os motoristas possuem para chegar aos bairros. Cerca de cinco mil carros trafegam por dia na via.

Além do trecho descrito, há um projeto que idealiza a pavimentação da via da rua Dorvalina Broca, Lagoão/Mato Alto, até o bairro Polícia Rodoviária. No total, os custos da obra chegam a R$ 25 milhões.
Segundo o secretário municipal de administração, Daniel Viriato Afonso, a obra integrará a comunidade.

“Ainda é apenas um projeto, mas o foco é ampliar o acesso da população da localidade ao centro do município”, explica.

Matéria publicada no Portal Satc http://migre.me/4gjTo.

terça-feira, 22 de março de 2011

Cobertura das paradas de ônibus sem previsão para serem realizadas


Foto: Muitas paradas não têm abrigos muito menos sinalização

População sente-se prejudicada com a falta da proteção principalmente em épocas como a atual em que a chuva e o calor excessivo tornam-se freqüentes.


Por Vanessa Irizaga

A falta de abrigos em paradas de ônibus traz dificuldade às pessoas que utilizam o transporte público em Araranguá. Os passageiros ficam expostos à chuva e sol enquanto esperam a condução.

A colocação de 30 coberturas em 11 bairros depende de licitação, que ainda não têm prazo para ser aberta. De acordo com o setor de engenharia da prefeitura, a estimativa é que a estrutura metálica com chapa de policarbonato custe aproximadamente R$5 mil.

“A obra deve ser custeada pelo Estado e município e vão ser feitos 30 abrigos para as paradas”, afirma o diretor do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), Geraldo Mendes.

População à espera de melhorias
As coberturas seriam instaladas nos bairros Centro, Cidade Alta, Divinéia, Taquarussu, Coloninha, Urussanguinha, Jardim das Avenidas, Jardim Cibele, Operária, Morro dos Conventos e Lagoão.

Enquanto a obra não é posta em prática, o mecânico de bicicleta Orli Ferreira conta que as pessoas ficam expostas ao tempo. “Não tem placa de sinalização, não tem abrigo. Ficam, às vezes, cinco, seis pessoas idosas esperando ônibus na chuva e no sol”, conta.

A dona de casa Aparecida Justino é moradora do bairro Lagoão há dez anos e, além da queixa sobre a falta de abrigos, há a ausência de ações para a localidade.

“O Lagoão é desprezado; falta tudo: não tem uma farmácia, e ônibus no sábado e domingo não tem! Gosto dessa cidadezinha; ainda dá para viver em Araranguá, porque não há bandidagem”, desabafa.

De acordo com dados do site da empresa Viação Cidade, há três horários de no sábado, às 8h30min, às 10h30min e a partir das 12 h30min, mas no domingo não há ônibus.

O estudante Natã Gomes Ramos explica as dificuldades de um passageiro de ônibus. “Só tem uma parada de ônibus com cobertura no bairro. Nos dias de chuva você tem que levar guarda-chuva ou ficar embaixo de um mercadinho porque não tem a proteção”, ressalta. Matéria publicada no Portal Satc.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Fixação da barra do Rio Araranguá promete alavancar turismo e evitar cheias


Foto: Gustavo Silveira Neto

A obra vai começar este ano e promete contribuir para a atividade pesqueira e inibir alagações nas comunidades ribeirinhas do município.

Por Vanessa Irizaga
A fixação dos Molhes da Barra do rio Araranguá vai ser iniciada até junho deste ano.  De acordo com o secretário municipal de administração, Daniel Viriato Afonso, a obra é uma parceria do município com o Governo Federal e deve custar R$28 milhões.
 “O canal do rio será ampliado e terá maior vazão, incentivando assim a atividade pesqueira e turismo”, explica. A fixação, ao mesmo, deve reduzir as ocorrências de cheias que atingem, principalmente, a população ribeirinha.
“O projeto inicial da Barra é de 1993, mas vai ser reformulado porque as tecnologias atuais podem dar uma projeção mais correta. A Caixa Econômica Federal (CEF) avalia e vamos licitar a obra. Temos que começar até junho”, afirma o secretário executivo da administração, Fernando Marcelino.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Casa da Fraternidade precisa de doações para terminar obra




Entidade esperava acabar o galpão de atividades para crianças e jovens em dezembro do ano passado, mas não foi possível. O material mais necessário no momento é o cimento.

 

Por Vanessa Irizaga


A Instituição Espírita Casa da Fraternidade, de Araranguá, está precisando de materiais de construção para terminar a construção do galpão, onde serão realizadas mais oficinas, como cinema e dança.

A entidade ganhou os azulejos, piso e telhas, mas precisa de 30 bolsas de cimento só para o local, uma porta de abas e uma porta comum, duas caçambas de aterro, cerca de 120 metros de forro de pinus e forro de PVC.

Obra deve terminar na metade do ano
De acordo com a diretora da instituição, Cátia Hann, a previsão é que a obra acabe na metade deste ano. “Esperamos conseguir colocar o piso e a parte básica porque aí já vamos usar o galpão. Temos aparelho de som, cortinas, espelho e barra para dança, mas não temos como utilizar por falta de espaço para a realização das atividades”, explica Cátia.

A construção terá um salão e dois banheiros e terá a extensão de 98 metros quadrados. A Casa da Fraternidade realiza, por meio do projeto Luzes do Amanhã, atividades para adolescentes e, no ano de 2010, tornou-se um dos Pontos de Cultura espalhados por todo o Brasil. Conheça a insituição no site